segunda-feira, 26 de julho de 2010
Dance me to the end
Ouçam.
Apesar do fim, e do dançar "até ao fim do amor", que acaba por não existir, a voz é linda, os sons ricos e a voz muito, muito, muito interessante.
Que isto vos faça dançar até ao início do amor, pelo Jazz.
Amar, é sempre no presente. Nunca no imperativo.
Talvez no futuro, mas nunca no passado, li eu.
Talvez.
Talvez mesmo, quase a raiar a certeza.
Sofia Morna
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