Haja alma que sonhe acima do tamanho do corpo, que salte acima da propulsão das pernas, e olhe para além do que a menina do olho capta.
Mas, até lá, que capte...
Há quem cresça, desatento do crescer.
Mas há quem seja feliz, apreciando-o.
Como será sentir de novo a conquista de andar pela primeira vez?
E voar com isso, ainda que mal andemos?
A menina do olho não passa nunca de menina, porque cresce para sempre.
Olhemos, e que a menina voe.
Vejamos, para que a menina dance.
Sofia Morna
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário