Disseram-me que a poesia antecedeu a prosa. Que os antigos acreditavam que as ideias eram mais bem expressas em verso, porque assim a composição era inspirada pelas Musas. Bem, não sei escrever bem poesia, mas tento lê-la o melhor que posso.
Porque as metáforas e as comparações são os instrumentos que a alma usa para exprimir o que não se consegue exprimir em palavras. Porque há coisas que estão para além das palavras...e que falam uma língua própria que náo é a língua do mundo.
Só a poesia chega à língua dos Céus.
Sofia Morna
sábado, 2 de abril de 2011
Coração
E cada vez que me descentro e olho para fora...a escrita vem, jorra, como se o coração quisesse agradecer por eu o ter deixado à larga.
Está a desfazer-se em obrigados hoje.
Sofia Morna
Está a desfazer-se em obrigados hoje.
Sofia Morna
Mindfulness
O espaço infimo de um segundo expandiu-se com a minha inspiração. E naveguei por esse segundo como se todo o espaço do Céu estivesse à minha disposição. A atenção aumenta tudo o que foca. A mim? Abriu-me as portas do Tempo.
E um segundo, pela primeira vez, nao foi sentido como água a fugir pelas mãos.
Mas sim como rio onde naveguei.
Catia
E um segundo, pela primeira vez, nao foi sentido como água a fugir pelas mãos.
Mas sim como rio onde naveguei.
Catia
Obrigada, nos dois sentidos
O dever foi a benção que hoje Deus me deu.
...há obrigações que nos trazem mais a nós.
Aqui estou. E gosto.
Cátia
...há obrigações que nos trazem mais a nós.
Aqui estou. E gosto.
Cátia
Sensibilidade
Há sensibilidades para tudo. Ha quem chore com o toar de uma guitarra, quem fique arrepiado pelo tom dos tambores, quem se inspire com a batalha, quem deixe de acreditar no mundo por ela existir.
Sei que tenho sensibilidade minha, própria, dada por Deus num toque de magia quando eu nasci. Como Adao e Deus no tecto da Capela Sistina......o toque do dedo de Deus cria....Dá... E a mim? Deu-me tudo o que tenho.
A cada livro, a cada conversa, a cada dia...ela expande-se. Que seja para longe de mim.
Que a força gravitica do nosso Eu com feridas por vezes é muita.
Mas a alma da coisa é virarmo-nos para onde a vida passa.
Sofia Morna
Sei que tenho sensibilidade minha, própria, dada por Deus num toque de magia quando eu nasci. Como Adao e Deus no tecto da Capela Sistina......o toque do dedo de Deus cria....Dá... E a mim? Deu-me tudo o que tenho.
A cada livro, a cada conversa, a cada dia...ela expande-se. Que seja para longe de mim.
Que a força gravitica do nosso Eu com feridas por vezes é muita.
Mas a alma da coisa é virarmo-nos para onde a vida passa.
Sofia Morna
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