segunda-feira, 18 de julho de 2011
sim
Procurar sempre a companhia daquela parte da nossa mente que entende. Que ve tudo com a calma de quem sabe que nada e a morte do artista, se o artista nao decide morrer.
Para sempre, tentar conquistar um lugar mais sereno numa luta sem armas. Numa luta de coracao com Vontade, com leveza, com Ideias, com humanindade.Com fe e esperanca e com a ideia que no fundo do caminho ha mais caminho, mas que o chao pode ser menos rugoso...e mais facil de deslizar.
Um dia, deslizarei?
Sim. Um dia. Que me comporte como se esse dia chegasse amanha...porque amanha? E ja ali.
Quantos amanhas ja passaram que parecia que nunca chegariam?
Quantas duvidas tive e que se tornaram certeza?
Quantas certezas se tornaram parte de mim?
Sim. A resposta e nossa.
Sofia Morna
Para sempre, tentar conquistar um lugar mais sereno numa luta sem armas. Numa luta de coracao com Vontade, com leveza, com Ideias, com humanindade.Com fe e esperanca e com a ideia que no fundo do caminho ha mais caminho, mas que o chao pode ser menos rugoso...e mais facil de deslizar.
Um dia, deslizarei?
Sim. Um dia. Que me comporte como se esse dia chegasse amanha...porque amanha? E ja ali.
Quantos amanhas ja passaram que parecia que nunca chegariam?
Quantas duvidas tive e que se tornaram certeza?
Quantas certezas se tornaram parte de mim?
Sim. A resposta e nossa.
Sofia Morna
Quem se entende?
Nao ha razoes para nao se acreditar na Vida. Ha razoes para duvidarmos de nos e do que vemos naquilo que ela nos apresenta. Ela sabe, se nao soubesse nao estariamos ca. Se nao soubesse nao teriamos sobrevivido, e mesmo que nao tivessemos sobrevivido ela saberia a razao.
Nao desanimar, quando tudo na vida parece do avesso. Ha um direito...mas e do lado de la que vemos se os pontos foram bem dados. Nao me entendo? Quem se entende? Quem sabe o que quer ate as ultimas consequencias? Nem sempre nos.
Nem sempre nos.
Sofia Morna
Nao desanimar, quando tudo na vida parece do avesso. Ha um direito...mas e do lado de la que vemos se os pontos foram bem dados. Nao me entendo? Quem se entende? Quem sabe o que quer ate as ultimas consequencias? Nem sempre nos.
Nem sempre nos.
Sofia Morna
terça-feira, 12 de julho de 2011
Niveis e subniveis.
Senti, fui fundo e quase que entrei na camera interna onde estao todos os meus segredos dourados... com po em cima.
Vi nas paredes as figuras meias humanas e coloridas que desenhei na minha Pre-Historia e...surpreendi-me. O que ja valorizei, o que quis, a minha propria invencao da roda estavam nas paredes com traco mais ou menos definido e brilhavam como se fossem sagrados. Brilhavam com o meu brilho dos olhos.
As armas que usei e que ja poisei no chao...os animais, os sentimentos puros que me fascinaram estavam todos la. Bem ou mal desenhados, estavam la.
Ja vivi tanto desde ai e cada figura, cada uma delas continua a ser tao importante como no dia em que a tinta estava fresca. Fui ao fundo do meu coracao, para ver o que ele me dizia. E ele nao mo disse: mostrou-mo.
Sussurra-me todos os dias para ser eu mesma, mas eu esqueco-me a cada vez. Mesmo que as minhas memorias estejam todas inscritas nas paredes de mim.
Sofia Morna
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Maria Jane
Ha emails e cartas que nos aquecem a alma. Nao podemos responder logo, porque por vezes a nossa cabeca navega por mares estranhos, mas ha coisas que nos vem cair ao regaco, para nos lembrar que a vida e uma autentica fonte de coisas. Boas, por vezes, ma's.... quando nos faz falta pensar sobre as coisas. Hoje recebi um email numa noite que nao me aqueceu a alma.
Acerca do dia...talvez precise de pensar sobre as coisas, quem sabe?
Talvez precise de bater mais com a cabeca...ate ela se abrir a novas possibilidades.
O que eu sei agora e que cabeca e estomago devem estar unidos...porque ambos estao as voltas... a espera de uma resolucao qualquer que um comprimido para a azia nao ajuda.
Mas o email ajudou.
Sofia Morna
Acerca do dia...talvez precise de pensar sobre as coisas, quem sabe?
Talvez precise de bater mais com a cabeca...ate ela se abrir a novas possibilidades.
O que eu sei agora e que cabeca e estomago devem estar unidos...porque ambos estao as voltas... a espera de uma resolucao qualquer que um comprimido para a azia nao ajuda.
Mas o email ajudou.
Sofia Morna
domingo, 26 de junho de 2011
Coracao e caneta. Ou sera cabeca?
Se ha coisas que acalmam...uma delas e meter os pensamentos em papel. Ou num ecra branco. Bem, em qualquer coisa em que vejamos que o preto da caneta foi desenhado por nos...
Hoje preciso de escrever.
1. Porque nao me estou a ver muito bem e preciso que o preto da caneta me relembre algumas coisas.
2. Porque a minha dor de cabeca nao me deixa trabalhar (ou talvez a minha dor de cabeca exista porque nao quero trabalhar).
3. Porque nao estou confortavel com as palavras que me vao no coracao.
Coracao e cabeca, em mim, sao dois estrangeiros a tentar perguntar a direccao para um sitio qualquer que eu nao sei onde e. Um aponta, o outro tenta entender mas nao chegam la...Provavelmente porque o sitio de vez em quando e La em Cima.
Preciso do divino como de agua para beber. De sentir que qualquer coisa e sagrada na minha vida...se nao divinamente sagrada...humanamente sagrada.
Eu... vi algo de Divino (especial) hoje, mas nao estive a altura da visao. Meditei perto de um lago lindissimo, senti um arrepio de pertencer ali, senti a America a pulsar-me debaixo dos meus pes.
Sai do parque a sentir que o solo me sustentava...nao que eu o pisava. E agora, em casa, estou a pisar-me a mim...porque a inspiracao voou com o corvo que passou a minha frente antes de chegar a casa. Uma ave sabia levou-me a sabedoria que vislumbrei por minutos:
"Tudo passa...e nada, excepto a vida e as oportunidades que ela nos da, e assim tao importante."
Agora, estou a planear abracar a pessoa que quer partilhar a vida comigo. Para ver se o meu coracao volta a pulsar mais a minha maneira.
Sofia Morna
Hoje preciso de escrever.
1. Porque nao me estou a ver muito bem e preciso que o preto da caneta me relembre algumas coisas.
2. Porque a minha dor de cabeca nao me deixa trabalhar (ou talvez a minha dor de cabeca exista porque nao quero trabalhar).
3. Porque nao estou confortavel com as palavras que me vao no coracao.
Coracao e cabeca, em mim, sao dois estrangeiros a tentar perguntar a direccao para um sitio qualquer que eu nao sei onde e. Um aponta, o outro tenta entender mas nao chegam la...Provavelmente porque o sitio de vez em quando e La em Cima.
Preciso do divino como de agua para beber. De sentir que qualquer coisa e sagrada na minha vida...se nao divinamente sagrada...humanamente sagrada.
Eu... vi algo de Divino (especial) hoje, mas nao estive a altura da visao. Meditei perto de um lago lindissimo, senti um arrepio de pertencer ali, senti a America a pulsar-me debaixo dos meus pes.
Sai do parque a sentir que o solo me sustentava...nao que eu o pisava. E agora, em casa, estou a pisar-me a mim...porque a inspiracao voou com o corvo que passou a minha frente antes de chegar a casa. Uma ave sabia levou-me a sabedoria que vislumbrei por minutos:
"Tudo passa...e nada, excepto a vida e as oportunidades que ela nos da, e assim tao importante."
Agora, estou a planear abracar a pessoa que quer partilhar a vida comigo. Para ver se o meu coracao volta a pulsar mais a minha maneira.
Sofia Morna
Miss Marques
Ha pessoas que nao esquecemos. Mesmo que se mudem, sei la, para a Suecia...nao da para esquecer. Mesmo que ja nao escrevamos cartas cheias de palavroes (para testar como e ser-se de lingua afiada) e mesmo que ja nao hajam idas ao TAGV de Coimbra...nao me esqueco. Benvinda ao meu blog, Joana! Estou bem e respondo-te ao teu mail assim que consiga libertar a cabeca de ideias... Dificil, mas assim que abra o coracao, escrevo-te o mail mais confessado do mundo.
Estou a aprender muito! E...a saber mais de mim.
Espero ler-te mais umas quantas vezes! Ate... mais infinito?
Catia
Estou a aprender muito! E...a saber mais de mim.
Espero ler-te mais umas quantas vezes! Ate... mais infinito?
Catia
Cordeiros
Ha situacoes em que nos vemos como vitimas e depois vemos que fomos nos os carrascos...completamente cegos para a nossa carrasquice, queixamo-nos e vestimos a pele de cordeiro que sentimos verdadeiramente como nossa.
A projeccao e uma coisa linda.
Hajam olhos para ve-la.
Hoje, fui carrasco travestido de cordeiro.
E pedi perdao, depois de ver que nao tenho de ser nem lobo nem ovelha.
Sofia Morna
A projeccao e uma coisa linda.
Hajam olhos para ve-la.
Hoje, fui carrasco travestido de cordeiro.
E pedi perdao, depois de ver que nao tenho de ser nem lobo nem ovelha.
Sofia Morna
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Pescar alguma coisa
Como os pescadores, nem sempre deitamos as nossas redes as aguas e trazemos qualquer coisa de valioso para nos. As vezes vem lixo, outras vem pedras, outras...seres que ja nao vivem.
Mas enquanto estamos nas aguas, ou enquanto tecemos as nossas redes de pescar, imaginamos as aguas cheias de peixe, cheias de ostras com perolas dentro ou mesmo outro tipo de tesouros...E maravilhamo-nos com o que a nossa mente intui que a agua nos trara.
No entanto, os peixes e tesouros nao vem a superficie, e as ostras com perolas requerem mais que redes de pesca para serem apanhadas...
Vendo isto, os pescadores aprenderam:
Vendo isto, os pescadores aprenderam:
Por perolas? Mergulha-se. Por peixe, aguarda-se com paciencia.
Toda a beleza envolve profundidade, e alimentar a alma...requer paciencia.
Pescadores, todos somos. E muito da vida esta em aprender a ler as aguas, tal como os bons pescadores fazem.
Catia
sábado, 2 de abril de 2011
Poesia
Disseram-me que a poesia antecedeu a prosa. Que os antigos acreditavam que as ideias eram mais bem expressas em verso, porque assim a composição era inspirada pelas Musas. Bem, não sei escrever bem poesia, mas tento lê-la o melhor que posso.
Porque as metáforas e as comparações são os instrumentos que a alma usa para exprimir o que não se consegue exprimir em palavras. Porque há coisas que estão para além das palavras...e que falam uma língua própria que náo é a língua do mundo.
Só a poesia chega à língua dos Céus.
Sofia Morna
Porque as metáforas e as comparações são os instrumentos que a alma usa para exprimir o que não se consegue exprimir em palavras. Porque há coisas que estão para além das palavras...e que falam uma língua própria que náo é a língua do mundo.
Só a poesia chega à língua dos Céus.
Sofia Morna
Coração
E cada vez que me descentro e olho para fora...a escrita vem, jorra, como se o coração quisesse agradecer por eu o ter deixado à larga.
Está a desfazer-se em obrigados hoje.
Sofia Morna
Está a desfazer-se em obrigados hoje.
Sofia Morna
Mindfulness
O espaço infimo de um segundo expandiu-se com a minha inspiração. E naveguei por esse segundo como se todo o espaço do Céu estivesse à minha disposição. A atenção aumenta tudo o que foca. A mim? Abriu-me as portas do Tempo.
E um segundo, pela primeira vez, nao foi sentido como água a fugir pelas mãos.
Mas sim como rio onde naveguei.
Catia
E um segundo, pela primeira vez, nao foi sentido como água a fugir pelas mãos.
Mas sim como rio onde naveguei.
Catia
Obrigada, nos dois sentidos
O dever foi a benção que hoje Deus me deu.
...há obrigações que nos trazem mais a nós.
Aqui estou. E gosto.
Cátia
...há obrigações que nos trazem mais a nós.
Aqui estou. E gosto.
Cátia
Sensibilidade
Há sensibilidades para tudo. Ha quem chore com o toar de uma guitarra, quem fique arrepiado pelo tom dos tambores, quem se inspire com a batalha, quem deixe de acreditar no mundo por ela existir.
Sei que tenho sensibilidade minha, própria, dada por Deus num toque de magia quando eu nasci. Como Adao e Deus no tecto da Capela Sistina......o toque do dedo de Deus cria....Dá... E a mim? Deu-me tudo o que tenho.
A cada livro, a cada conversa, a cada dia...ela expande-se. Que seja para longe de mim.
Que a força gravitica do nosso Eu com feridas por vezes é muita.
Mas a alma da coisa é virarmo-nos para onde a vida passa.
Sofia Morna
Sei que tenho sensibilidade minha, própria, dada por Deus num toque de magia quando eu nasci. Como Adao e Deus no tecto da Capela Sistina......o toque do dedo de Deus cria....Dá... E a mim? Deu-me tudo o que tenho.
A cada livro, a cada conversa, a cada dia...ela expande-se. Que seja para longe de mim.
Que a força gravitica do nosso Eu com feridas por vezes é muita.
Mas a alma da coisa é virarmo-nos para onde a vida passa.
Sofia Morna
terça-feira, 22 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Iris
Iris is a part of the eye. More specifically, "the part that controls light levels inside the eye (similar to the aperture on a camera)".
I was offered an iris...well, two at birth, and one on Tuesday. My two 27 year-old irises needed to open themselves to light, so that my mind could see better...
I opened my eyes by looking at the iris today.
The best master I have? The one I love.
...now "my iris" lays on my study table. Next to the lamp.
Light, come in.
Sofia Morna
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
When my sould leaves my flesh
When my soul leaves my flesh will it know what it's leaving? A dress, a coat, a mask, a robe, a lie? Does it know it is leaving what made her live and die? Act, reply
in a world that makes her shy? She (yes, my soul is a she, you ask why) she
shows herself through me. I am my soul and my body; embodied soul, you see?
And this soul has a dress, only one to be correct."It is made of living tissue that re weaves itself until the end.", And I? My friend, I...will never (even) know why.
This dress is my soul's dress, only hers. It has a motor, a pounding heart. It has color: the color of what's behind. It has energy, my soul that sees. It has intelligence, my spirit, the spirit in me.
This dress is what made my soul become a part of the world. What made her need a seat in a table. A place in the theater. A place to sit in that garden bench.
It is a dress,yes, but much more than a garment.
When my soul leaves my flesh, may she remember how she lived with her dress.
May she remember how she dressed it as a gift, how she handled it with care.
May she remember how every time she sat down, in that garden bench, in that theater seat ...she used to fly, relive and die.
And be born again.
Today, my soul flew...but not away.
Like a phoenix, She is back, happy...
...what more to expect?
Sophia Morna
in a world that makes her shy? She (yes, my soul is a she, you ask why) she
shows herself through me. I am my soul and my body; embodied soul, you see?
And this soul has a dress, only one to be correct."It is made of living tissue that re weaves itself until the end.", And I? My friend, I...will never (even) know why.
This dress is my soul's dress, only hers. It has a motor, a pounding heart. It has color: the color of what's behind. It has energy, my soul that sees. It has intelligence, my spirit, the spirit in me.
This dress is what made my soul become a part of the world. What made her need a seat in a table. A place in the theater. A place to sit in that garden bench.
It is a dress,yes, but much more than a garment.
When my soul leaves my flesh, may she remember how she lived with her dress.
May she remember how she dressed it as a gift, how she handled it with care.
May she remember how every time she sat down, in that garden bench, in that theater seat ...she used to fly, relive and die.
And be born again.
Today, my soul flew...but not away.
Like a phoenix, She is back, happy...
...what more to expect?
Sophia Morna
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