Que não passe um dia sem que nós sintamos aquele vento por dentro, uma brisa revificadora, que nos diz que há mais espaços a conquistar, Além.
E a brisa volta a dizer.
Que o mundo se alarga e se encolhe, consoante o nosso coração se abre ou fecha.
Que há mares nunca antes navegados, e que somos mais, muito mais do que isto - que vemos enquanto olhamos para outros sítios.
E depois da brisa passar/
Que se encontrem amigos que nos afaguem, nesse final do dia.
Sorrisos que nos abracem, amigos cujos abraços nos sorriam, mesmo que abracem só em palavras.
Dentro de nós, temos o mundo. Dentro do mundo, estamos nós. E entre dentros e foras, a vida acontece.
Assim o coração inspire, e expire, se abra e se feche.
Assim o coração se feche, e depois se abra ao mundo, dizendo-lhe -fresco e puro- um olá.
Ele-o mundo- vai sentir que algo bem dentro dele lhe afagou a alma, e lhe apertou o peito num abraço.
...
..."Olá."?
Bingo.
Sofia Morna
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário