sábado, 24 de abril de 2010

Destiny with capital letter, and destiny in personal life

If we knew how to guide ourselves, oh, believe me, we wouldn’t need destiny at all.

Sofia Morna

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Movere

O trabalho move a vida, ora como se a empurrasse, ora como se a instigasse, ora como se a inspirasse.
Mover, nem sempre é preciso. Mas a sensação é fantástica.
Mesmo para uma perna momentaneamente coxa.

Sofia Morna

terça-feira, 20 de abril de 2010

Queixas & deslizes

Queixumes, problemas, queixas, encontrões, mais queixas, escorregões. Palavrões?
E a resistência ao caminho, perpetua os tropeções.
Que quem escorregue, escorregue e se ria do deslizar.
Não é todo o dia que a gente patina.

Sofia Morna

Opiniões que nos dão, acerca de...nós. E laços. E nós.

Muito depende como se contam as coisas. Nunca se é isento em vida sua, juiz em causa própria...
Há recantos, em casa própria, que não estão tão iluminados...quanto aqueles que estão à Janela (e) que apanham Sol e Chuva e Lua e Madrugadas.
Apanham, expõem-se, é certo, mas sabem que existem por isso mesmo.
Pelo Sol e a Chuva e a Lua que os banham... (ou encharcam, de vez em quando.)

Sofia Morna

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Música russa, da!



Se der para ouvir tudo, vale a pena.
Viaja-se.

Sofia Morna

Anxiety and "Every cloud...has a silver lining".

Nature nurtures us, even though the flame in our heart
 is an anxious flame that does not cease to grow.

Apart from that, roses are blooming and the smell of Spring is spreading out...along with the birds' whistled allegretos.
I went to the woods, and Nature told me that I was a part of that.
 "Really?"
( Nature never lies)

"How can a burning flame fit in this serene, waterlike scenery?
Then it rained.
Cats and dogs, and animals of the sort, Why, it poured.
And the flame?
I began to fight against the water...
And they did, fight.
.
With the heat and the rain and their dance of opposition...
 Clouds were formed.
As a weird rainbow rose inside of me (in it's semi-circled way of rising...)

and told me
"Don't be scared, missy."
"Every Cloud Has a Silver Lining"
...

Minutes passed, and
My flame, and it's dancing heat inside of me, shrinked.

Now...
 it's just a stomach ache.
That is going away while my rainbow remains whispering
... his 7 magic colours to me.

Sofia Morna

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Casas e casas

Os arranha céus não são bom exemplo para ninguém. Não. Estão de topo acima do razoável, virados metalicamente para um ponto qualquer...que mais ninguém -dos mortais que os criaram- vê da altitude da rua.

...fossem eles, vejamos, como as mesquitas viradas para Meca, como as antigas igrejas com o altar-mor virado para Jerusalém e, talvez assim, a sua altura e altivez fosse justificada (afinal só se elevando se atinge o verdadeiro sentido do Oriente...)

Mas, não..seguem um ponto qualquer, a gosto do desenhador.
Cada torre, com nomes próprios, tem o seu oriente, o seu próprio foco na linha do horizonte(nunca para dentro, nem para baixo).

E não transparecem, reflectem.

As janelas espelhadas do topo espelham apenas os pássaros que julgam que vão de encontro a mais dos seus.
.... não os albergam debaixo dos telhados. Porque não os têm convencionais.

As portas?  Giram, não abrem, para que quem entre rode a seguir na saída.
...e os guardiães das portas não vivem lá, são pagos para defender essas portas girantes que mal conhecem a natureza.

Hirtos, firmes. Hirtos e firmes. Tão firmes e hirtos, a erguer-se na perpendicular que quase servem de esquadro para se saber que a linha do chão está bem traçada a 0º.

E erguem-se lentamente, mas imponentemente, acima dos pescoços arqueados, para cima (para onde seria?)... para cima das nuvens, quais soldados guardiães da cidade, feitos de andares e povoados de vida.

Torres: sinal que queremos todos chegar aos céus, nem que seja em escadas e elevadores de betão armado.


Que é feito das cabanas?
Do sol?
Do piso único que dá para o portão da frente?
Do não ter de se subir escadas para entrar em casa?
Qué feito da Vivenda Rodrigues, Ramirez, om jardim à frente e risos e vida e falatórios audíveis lá dentro?
Qué feito das janelas que dá para ver para dentro e das andorinhas debaixo do telhado?
Qué feito dos bolos a arrefecer nos para (peitos)?

Qué feito de... casa?

Sofia Morna

terça-feira, 6 de abril de 2010

Divinal

Mnemos

Quando a escrita não inspira, escrever-se sobre aquilo que nos inspira traz-nos de volta ao estado de graça.

Escrever é a melhor forma de fazer as coisas sobreviver ao momento.
Sobreviverão, será que sim? Sim, tanto quanto forem recordadas.

Sofia Morna

Seguidores

Acerca de mim

A minha foto
Agora é que me lixaram...vou ali e já venho.