Hoje acordei com o cheiro de Paris, e com a França no horizonte, como se pudesse ver a Eiffel daqui da minha rua.
E ouço acordeões como se estivesse no Metro, recheiro as castanhas assadas, e vejo a Joana D'Arc banhada a ouro a iluminar uma rua, a acenar-me dali. Como se se lembrasse que me viu com uma t-shirt J'aime Paris a olhar para ela com vontade de a ver.
Há noites em que realmente Morfeu nos leva a passear. Estive em França, de certeza, sem ter dado por ela.
Voei, e aterrei numa nuvem, hoje de manhã.
...A julgar pela leveza, devo ter aterrado.
Agora, ouço os sons que vêm de lá, dentro de mim.
Um Mimo que Morfeu me deixou, para me relembrar do presente que me deu.
E ouço acordeões como se estivesse no Metro, recheiro as castanhas assadas, e vejo a Joana D'Arc banhada a ouro a iluminar uma rua, a acenar-me dali. Como se se lembrasse que me viu com uma t-shirt J'aime Paris a olhar para ela com vontade de a ver.
Há noites em que realmente Morfeu nos leva a passear. Estive em França, de certeza, sem ter dado por ela.
Voei, e aterrei numa nuvem, hoje de manhã.
...A julgar pela leveza, devo ter aterrado.
Agora, ouço os sons que vêm de lá, dentro de mim.
Um Mimo que Morfeu me deixou, para me relembrar do presente que me deu.
Quando lá voltar, um dia, vou poder deixar de ouvir a música para me recordar.Por enquanto, contento-me e relembro com acordeões dedilhados.
Quando França me acolher outra vez, vou ouvir as músicas tocadas quase em improviso, para trazer mais memórias de uma vez. Sem medo de pesos.
Porque memórias destas?, não pesam na bagagem.
Poem asas nos pés.
Porque memórias destas?, não pesam na bagagem.
Poem asas nos pés.
Sofia Morna

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