Há alturas em que queremos varrer estas coisas: que é possível inspirar-se entre estilhaços e vidros partidos, deste mundo que anda rachado.
E ficamos estranhos a olhar coisas destas, como quem rejeita a mão que lhe quer tapar os olhos...
O mundo anda partido, dizemos.
Mas as imagens projectam: há muito que se mantém unido.
E sentamo-nos, em semi-maravilha, porque não nos permitimos maravilhar-nos por todo.
E ficamos estranhos a olhar coisas destas, como quem rejeita a mão que lhe quer tapar os olhos...
O mundo anda partido, dizemos.
Mas as imagens projectam: há muito que se mantém unido.
E sentamo-nos, em semi-maravilha, porque não nos permitimos maravilhar-nos por todo.
As máquinas, serão o nosso regresso à Natureza, li um dia.
Não serão?
Apreciar, com lentes sobre as lentes dos nossos olhos.
E ver os animais como um mundo admiravelmente novo. Segundo Darwin, um mundo que já fomos.
Uma infância perdida do Homo Sapiens, que não nos lembramos. E que nem sequer já sabemos ler.
E ver os animais como um mundo admiravelmente novo. Segundo Darwin, um mundo que já fomos.
Uma infância perdida do Homo Sapiens, que não nos lembramos. E que nem sequer já sabemos ler.
Só quem aprecia a vida, no que tem de selvagem, de impoluto, de imprevisível e de tímida, pode ter uma voz doce e sussurrar como que respeita.
Fiquem e peguem na máquina. Para olhar melhor.
E vejam o vídeo.
A verdadeira vida, não se mostra, mas deixa-se ver.
E vejam o vídeo.
A verdadeira vida, não se mostra, mas deixa-se ver.
Sofia Morna

Sem comentários:
Enviar um comentário