domingo, 28 de novembro de 2010

Restauradores

Não se restauram ideias antigas que não levaram a qualquer fruto.
Essas, já tiveram mais que tempo de vida.
E por mais que se envernizem, trarão consigo sempre o mofo do passado e não a frescura do futuro... sempre pronto para nos entrar pela janela.

Hajam lufadas...
Hajam novas ideias. Hajam ideias renovadas.
Hajam frutos aromatizados com o cheiro de novidade, de mudança, de crescimento.
Hajam...novos tempos e novas vontades,

para que o novo faça parte desta parte de mim, já tão antiga...

Sofia Morna

sábado, 27 de novembro de 2010

Fluindo

Com duvidas ou não, chegamos lá. E o Destino pelas mãos de Deus, da Vida, das Musas, Dos Anjos, Dos Astros....cumpre-se.
Fado, temos de o aprender a ter nas mãos.
E tocá-lo com perícia como uma guitarra...
Só assim os deuses ajudam.

Que Deus nos guie na melodia.

Sofia Morna

Limpezas

É bom fazer as coisas assim que nos lembramos delas, assim que elas pedem para ser feitas. Coisas mais importantes virão e não quererão ter pequenas tarefas por cumprir como obstáculos.
Limpar o calendário e o coração, são as melhores tarefas de limpeza possiveis.
Ainda que sejam custosas, que se façam com água pura e não com um simples espanador.
Começo hoje?

Sofia Morna

Pencil and paper.

We are only sketches of what we are going to become.
So, having said that...what are you drawing?

Sofia Morna

Inspiration

The best way to call the nine Muses of the Olympus, is to...just start the task.
Every work of art starts with study, and with a sketch.

Sofia Morna

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A água em que nadamos




Quando o ego é grande, nao há espaço para mais ninguém.
Não passamos de um pequeno peixe a pensar-se grande nadador numa chícara de chá.

...no entanto, o aquario é grande.

Sofia Morna

Sensibilidade e Coraçao no lugar.



Há sensibilidades que quando se ganham, nunca se perdem.

Sofia Morna

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Poetry

My poetry was born between the hill and the river, it took its voice from the rain, and like the timber, it steeped itself in the forests.

PABLO NERUDA, Memoirs

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Sunset

Under-appreciation of life?
Avoid it
...simply by observing.

Sofia Morna

Reality

Reality is not that stubborn. Illusions are the ones that need to constantly appear in front of our eyes in order to be believed in...

...and they appear, and appear again and again appear...
because by repetition they do their job.

While reality just lies there...waiting to be discovered.

Sofia Morna

...



Love, how many roads to reach a kiss.

 Pablo Neruda 

domingo, 21 de novembro de 2010

Caminho mágico para alem da dor

Luto, dentro de mim, para encontrar o meu caminho.Talvez um dia - penso -  consiga ajudar alguém a encontrar o seu...
Como os meus mestres me ajudam a mim, com ajuda, com exemplo.

Aí... tudo valerá a pena: a aprendizagem reciclou-se, passou para alguém.

Por enquanto, sirvo-me de guias para nao sucumbir ao que a minha inercia quer que eu faça.
E vou em frente, acreditando
....que há vida bem mais recompensadora para além da inércia.
...que há magia para além do que a falta de motivaçao nos quer fazer acreditar.

Depois, o bater de coraçao regulariza...e a inspiração volta a entrar-me pelos pulmões dentro.
A pulmões cheios.

Nem tudo o que é bom, se consegue num piscar de olhos.Há que mostrar à magia que a queremos mesmo na nossa vida.


Sofia Morna

sábado, 20 de novembro de 2010

Descansar

Mudar de tarefa, a melhor maneira de descansar. Nem o sono, é descanso tao genuino como mudar de paisagem na nossa tela pessoal.
Viajar para outros sítios, outros caminhos mentais.
E a brisa passa, quando novas ideias vêm.

Os pássaros adejam no peito, quando nos libertamos do que nos prendia.
Cansaço? Foi mesmo isso?
Inspiração, é por isto que nos renovamos.

Sofia Morna

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Proteccao

Nem sempre os medos se tornam reais.
Embora ameacem, nem sempre ganham vida lá fora.

Se eles fingem que um dia vão sair da mente e fazer parte daquilo que vamos viver? Sim. Mas so fingem...

Alimentam-se daquilo que nos fazem acreditar e, de dentro de nós,...guiam-nos para evitarmos coisas que nao estao lá. Nem estarão.

Vao estando ao volante, pondo as mudancas...e nós seguimos caminho, muitas das vezes, sem bússolas na mão.

Mas, os medos...
...Embora rosnem como lobos ferozes a defender a sua imagem de coisa aterradora, nem sempre mordem..
...e, se mordem, a mordidura nem sempre sangra.
Nem sempre ganham dentes, nem sempre se colocam bem a frente dos nossos olhos.

Fogem, como medos que sao. Mas ameacam sempre aparecer.

Sim, porque os medos... sao caprichosos.
Tanto nos protegem como nos expõem...

Temos so de entender quais deles vêm ter connosco com boas intenções ou apenas para nos guiar como um  barco.

Sofia Morna

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Flowers blossom

Fear makes flowers blossom, sometimes. If it seems like a cold wind within, the petals are just beginning to open.

Every movement mobilizes air, and some winds do not mean storm...
...just change.

Isn't change what we were looking for when we were looking at the sky?

Sofia Morna

En mi alma.

Mira tu interior. La alma quiere que la oigas...para que um dia pueda mostrarse al mundo.
 Sin mascarillas.
Sofia Morna

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Agora é que me lixaram...vou ali e já venho.