As casas habitadas têm muito mais graça, mais luz, movimento. Têm nomes a serem ditos entre as paredes (porta dentro, os nomes têm outra música), graças a serem trocadas, silêncios - em todas as suas variantes - a tornarem-se partilha.
Mas as abandonadas têm os seus próprios habitantes...
As inspirações, expirações, risos, conversas e ideias que por ali dançaram, foram-se embora com as pessoas...mas ainda, não se sabe como, ainda habitam ali.
Sofia Morna
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