Engraçado como a vida nos apresenta pessoas, sem que lhes possamos apertar a mão e apreciar o gesto, sem que elas já estejam vivas. Presentes.
Conheci Natália Correia e John Singer Sargent, hoje.
Natália com a sua sensibilidade de chegar aos recantos com palavras e símbolos e imagens.
Natália com a sua sensibilidade feminina e masculina (muito mais para além do género, muito mais para além das vias comuns de sentir), Natália justiceira, mulher modelo.
Singer como o jovem abençoado pela arte a quem "as musas presidiram ao nascimento", Singer sereno, modesto, génio alado sem a arma que o mata (uma noção de si mesma exacerbada), mestre que se acompanha pelo o pincel e a batuta que o libertam (o amor pela arte).
Conheci-os ontem e hoje, e continuo a querer travar amizade e conhecimento... eles retribuem-me. Com o sorriso de anjos, com o sorriso de quem deixou, hoje, marcas do passado que foi.
Conheci-os... Corrijo, foram-me apresentados.
Por acaso, enquanto eu seguia os ventos da vida (que por cá estão mais serenos, com tempo e espaço para circundar e rodopiar pelos textos de um poema, cores de uma pintura).
Sofia Morna
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