domingo, 9 de maio de 2010

Nota mental

Saberes distinguir uma coisa das outras, não significa que a conheças.

Sofia Morna

Lá longe, nós mesmos.

Na distância, nada se conhece. Só se visualizam as formas e as próprias limitações da vista.
Aí montanhas viram Deuses, e ondas viram Adamastores.
Moinhos, dragões.

Nao se consegue "ver" a vários metros, pés, nós de distância; nem "observar".
A mente, tal como a vista humana...é míope.
E precisa da proximidade, da ajuda dos outros sentidos (que ainda menos sentem ao longe) para conhecer.
Daí que a vida nos presenteie com tantas coisas, palpáveis, e não palpáveis.
Todos os sentidos são para ser desenvolvidos, durante o contacto.
Com com todo o tacto e trato possível.

Sofia Morna

Verbis

Expressis verbis, instead of ipsis verbis.
What a great idea...

Sofia Morna

Esvoaçar

Anexamos coisas demais à nossa Alma, que não lhe pertencem.
Como queremos nós que ela não pese?

Epicuro, tinhas razão quanto à nossa essência.
É leve, quase feita de vento...e precisa de muito pouco para ser feliz.

"Aos pássaros do céu não lhes falta o alimento."

Sofia Morna

Apre(e)endendo cantares de pássaros


O erro não está acima de mim,
Posso mudá-lo.
E quando o mudo,
As andorinhas voltam...

Sofia Morna

À frente, o mar

Dentro de mim, está tudo o que sou e fui. Lá à frente está tudo o que serei.


E também aí, guardarei o dia de hoje.


Sofia Morna

Silencio rico

Bibliotecas silenciosas:
Outros bosques, com outro tipo de folhas a oxigenar a vida.

Sofia Morna

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Agora é que me lixaram...vou ali e já venho.