Procurar sempre a companhia daquela parte da nossa mente que entende. Que ve tudo com a calma de quem sabe que nada e a morte do artista, se o artista nao decide morrer.
Para sempre, tentar conquistar um lugar mais sereno numa luta sem armas. Numa luta de coracao com Vontade, com leveza, com Ideias, com humanindade.Com fe e esperanca e com a ideia que no fundo do caminho ha mais caminho, mas que o chao pode ser menos rugoso...e mais facil de deslizar.
Um dia, deslizarei?
Sim. Um dia. Que me comporte como se esse dia chegasse amanha...porque amanha? E ja ali.
Quantos amanhas ja passaram que parecia que nunca chegariam?
Quantas duvidas tive e que se tornaram certeza?
Quantas certezas se tornaram parte de mim?
Sim. A resposta e nossa.
Sofia Morna

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