Na distância, nada se conhece. Só se visualizam as formas e as próprias limitações da vista.
Aí montanhas viram Deuses, e ondas viram Adamastores.
Moinhos, dragões.
Nao se consegue "ver" a vários metros, pés, nós de distância; nem "observar".
A mente, tal como a vista humana...é míope.
E precisa da proximidade, da ajuda dos outros sentidos (que ainda menos sentem ao longe) para conhecer.
Daí que a vida nos presenteie com tantas coisas, palpáveis, e não palpáveis.
Todos os sentidos são para ser desenvolvidos, durante o contacto.
Com com todo o tacto e trato possível.
Sofia Morna
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Seguidores
Arquivo do blogue
-
▼
2010
(124)
-
▼
maio
(34)
- Promete(u)
- Naturaleza
- Having guts
- Opinari
- Writing
- Apple-problem
- Learning to change
- Essentials
- Fountain pen
- Finger-tip.
- Discipl(in)e
- Pax
- Impro-viso
- Produto Interno Não-Bruto
- Wirting
- Guardian Angel Whispers
- Palavras, estragam.
- "Salus", health
- Aleatório
- Calendar
- Einstein
- Outlining...stuff
- Laughing at fairies?
- Good Morning
- Frosted Road Less Travelled
- By chance
- Conciência do inconsciente
- Nota mental
- Lá longe, nós mesmos.
- Verbis
- Esvoaçar
- Apre(e)endendo cantares de pássaros
- À frente, o mar
- Silencio rico
-
▼
maio
(34)

Sem comentários:
Enviar um comentário