Imaginamos as pessoas a partir do que conhecemos.
E damos-lhes características, traços, formas própriasde reagir a várias situações.
E damos-lhes características, traços, formas própriasde reagir a várias situações.
Fazemos prognósticos do que elas dirão e regozijamo-nos com a nossa capacidade de as conhecer (conhecer?) quando elas cumprem as nossas previsões...
...afinal, sabemos como funcionam...
...afinal, sabemos como funcionam...
Mas, meus amigos, não imaginamos o que as pessoas não mostram: tudo o que têm dentro e podem trazer para fora. Tudo o que têm de bom -quase divino- e que o tempo de convivência com elas não deixa que se torne visível aos nossos olhos.
Não imaginamos o que as pessoas não contam.
E não contam...tanto!
Sofia Morna

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