Quando leio, apetece-me escrever. Quando escrevo, há mais escrita a vir.
Daí que o blog acompanhe o meu trabalho, e a minha vida seja acompanhada pelo meu blog, e o meu trabalho me acompanhe a vida.
Não escrevo no ecrã, porque quero dar-me a conhecer. Não (...) porque quero que me leiam, mas porque acho que há palavras que devem vazar para fora. E vocês, meus cibernéticos amigos, são o "fora" do meu computador. Que eu trago dentro, como imagem. Vultos que mexem os olhos enquanto acompanham os caracteres que colo aqui, de mim.
Sofia Morna

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